Solidaridad con Mirtes Renata Santana Da Silva y su Familia, Fenatrad y la Asociación de Mujeres Juristas de Brasil

  • Andrea Conik
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Solidaridad con Mirtes Renata Santana Da Silva y su Familia, Fenatrad y la Asociación de Mujeres Juristas de Brasil

 

Expresamos nuestra profunda solidaridad con Mirtes Renata Santana Da Silva, trabajadora del hogar de Brasil, la Federación Nacional de Trabajadoras Domésticas  (FENATRAD) y la Asociación de Mujeres Juristas en su lucha por la justicia de género para las trabajadoras domésticas de Brasil.

 

La Confederación Latinoamericana y del Caribe de Trabajadoras del Hogar (CONLACTRAHO) y el Programa Regional “Igual Valor, Iguales Derechos” de CARE América Latina y El Caribe, se solidarizan con la Federación Nacional de Trabajadoras Domésticas (FENATRAD) y la Asociación de Mujeres Juristas (THEMIS) en la búsqueda de la justicia por la muerte de Miguel Octavio da Silva, hijo de Mirtes Renata Santana Da Silva, trabajadora del hogar brasileña. 

La muerte de Miguel Octavio Da Silva, de cinco años, que ocurrió el 2 de junio, en el lugar de trabajo de su madre, en la Ciudad brasileña de Recife, al caer de un noveno piso mientras su madre paseaba los perros de su empleadora, es un hecho lamentable y triste que pudo evitarse y que  refleja la urgente necesidad de garantizar el cumplimiento de los marcos legales de protección social de las trabajadoras del  hogar y trabajadoras domésticas del continente,  que   les  permita desarrollar su trabajo en condiciones dignas y decentes, abrigados en normativas nacionales e internacionales de derechos humanos.  La falta de protección, en este caso, se evidencia por la necesidad de muchas mujeres trabajadoras domésticas, cuyos ingresos en el contexto de la pandemia COVID-19 han disminuido drásticamente, y se han visto obligadas a acudir a sus trabajos, en muchos casos sin medidas de distanciamiento social o enfrentadas a acudir a sus lugares de trabajo con sus pequeños hijos e hijas, por múltiples razones, entre otros la falta de guarderías seguras y servicios escolares, para poder garantizar el sustento de sus familias.

Nos solidarizamos conFenatrad y juristasthemisy sus demandas de justicia en este lamentable hecho, y  para que se impulsen medidas de protección y seguridad para las mujeres cuyo trabajo esté en el sector de cuidados y  de trabajos domésticos remunerados.  Asimismo, para que se visibilicen y reivindiquen   los derechos de todas las mujeres trabajadoras que realizan el trabajo doméstico y con ello una significativa contribución a las economías familiares y de sus países.

 


 

Solidariedade com Martines Renata Santana e sua Família, Fenatrad e a Aossiacição de Mulheres Juristas Do Brasil

Expressamos nossa profunda solidariedade com Mirtes Renata Santana da Silva, trabalhadora doméstica remunerada do Brasil, a Federação Nacional de Trabalhadoras Domésticas (FENATRAD) e a Associação de Mulheres Juristas em sua luta pela justiça de gênero para as trabalhadoras domésticas do Brasil.

 
A Confederação Latino-americana e do Caribe de Trabalhadoras do Lar (CONLACTRAHO), o Programa Regional “Igual Valor, Iguais Direitos” de CARE América Latina e do Caribe prestam sua solidariedade para com a Federação Nacional de Trabalhadoras Domésticas (FENATRAD) e a Associação de Mulheres Juristas (THEMIS) na busca da justiça pela morte de Miguel Otávio da Silva, filho de Mirtes Renata Santana Da Silva, brasileira, trabalhadora doméstica remunerada.
 
A morte de Miguel Otávio Da Silva, de cinco anos, que ocorreu no dia 2 de junho no local de trabalho de sua mãe, na cidade brasileira do Recife, ao cair do nono andar, enquanto sua mãe passeava com os cães de sua empregadora, é fato lamentável e triste que poderia ter sido evitado e que reflete a necessidade urgente de se garantir o cumprimento dos marcos legais de proteção social das trabalhadoras domésticas remunerada e das trabalhadoras domésticas do continente, que lhes permita desenvolver seu trabalho em condições dignas e decentes, amparadas em normativas nacionais e internacionais de direitos humanos. A falta de proteção, neste caso, fica evidente pela necessidade que muitas mulheres trabalhadoras domésticas remuneradas, cujos ganhos no contexto da pandemia COVID-19 diminuíram drasticamente e se viram obrigadas a retornar a seus trabalhos, em muitos casos sem medidas de distanciamento social, ou encarar este retorno a seus locais de trabalho com seus filhos e filhas pequenos, por vários motivos, entre eles a falta de creches seguras e serviços escolares para poder garantir o sustento de suas famílias.
 
Nós nos solidarizamos com Fenatrad e juristasthemis e suas demandas de justiça neste lamentável fato para assim impulsionar medidas de proteção e segurança para as mulheres cujos trabalhos estiverem no setor de cuidados e de trabalhos domésticos remunerados. Da mesma forma, para que tornem mais visíveis e reivindiquem os direitos de todas as trabalhadoras que realizam trabalhos domésticos e com isso dão uma contribuição significativa às economias familiares e de seus países.
 
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